sexta-feira, 31 de maio de 2013

Informação não basta, é preciso EDUCAR! Pela inclusão de uma nova disciplina no currículo de ensino médio: Mercado de Trabalho



Informação não basta, é preciso EDUCAR!
Pela inclusão de uma nova disciplina no currículo de ensino médio: Mercado de Trabalho

Atualmente, parece muito fácil encontrar informações sobre: ‘Como se portar numa entrevista de seleção’ ou ‘ Como não errar na hora da entrevista, mas o que impede  muitos candidatos  alcançarem o sucesso neste quesito?

A apresentação pessoal é um aspecto observado pelo selecionador deste o envio do currículo. Sim, seu currículo é seu cartão de visitas. Por isso, é de suma importância que esteja impecável. Um currículo mal feito ou mal apresentado pode excluir o candidato do processo seletivo. Se você passou pela primeira etapa (análise do currículo), irá para a segunda: a entrevista.

A entrevista pode ser formal ou informal, mas, independente disso, você deve manter uma postura respeitosa, sabendo reconhecer o limite de sua fala. Responder o que lhe é perguntado não é sinônimo de contar histórias sobre sua vida pessoal. Também fique atento aos erros de português, vícios de linguagem e gírias. Além de checar as informações do currículo (competências técnicas), a entrevista tem o papel de identificar competências comportamentais do entrevistado como: comunicação, desenvoltura, confiança, segurança, sinceridade, motivação, liderança, relacionamento interpessoal, entre outras.

Apesar de informações e dicas  estarem  disponíveis em jornais, revistas, internet e em todos meios de comunicação,  bocejar, mascar chiclete, atender celular, postura de desanimo e de descaso ainda continua sendo uma realidade nas entrevistas.  
Esses fatos me fazem crer que  a informação não basta! O que realmente iria solucionar este cenário e a EDUCAÇÃO. A etiqueta (pequena ética) se não foi aprendida em casa poderia ser ensinada (a aprendizagem dependerá de cada um) na escola.  Acredito que o contexto estaria diferente se existisse uma disciplina voltada ao mercado de trabalho na escola, onde se ensinasse a elaboração do currículo, linguagem corporativa, etiqueta, postura profissional, ética no trabalho e promovesse autoconhecimento (conhecimento das competências comportamentais e técnicas).  

Mas como esta idéia ainda está em processo de germinação nas escolas, aí vão algumas dicas importantes (além da básicas do celular, chiclete, bocejo...):

o        Cuidado com sua postura corporal.
o        Olhos nos olhos.
o        Mantenha o foco na fala.
o        Não fique mexendo em objetos como caneta, celular, colares ou olhando as unhas.
o        Preste atenção no nome do entrevistador e, quando necessário, o chame pelo nome- isso gera empatia.
o        Se a entrevista for via Skype (muito utilizada atualmente) se vista formalmente, seja pontual  e certifique que o lugar onde fará a web-entrevista esteja organizado e apresentável.
o        Crie rapport (palavra francesa que significa relação, é um fundamento da programação neurolinguistica para criar receptividade  na comunicação) com o entrevistador : espelhe-se! Saiba mais em http://www.administradores.com.br/artigos/administracao-e-negocios/entenda-o-que-e-rapport/24502/

o        Busque sempre mais conhecimento: sobre você, sobre o mercado de trabalho, vagas, empresas, afinal estamos na ERA DA INFORMAÇÃO!

domingo, 7 de abril de 2013

O que impede o cavalo de se mover? Crenças Limitantes!


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Ao longo da vida vamos criando crenças a respeito de nós mesmos. No principio (infância, adolescência), elas estão alicerçadas em opiniões externas: Meu filho, como você é burro! Você é um DES-graçado! Você nunca vai arrumar um namorado desse jeito! E posteriormente alimentadas por nós e por nossos relacionamentos sociais: Eu sou mesmo uma boca-aberta! Como fui burra! Sou muito má mesmo, nada dá certo na minha vida!
As crenças limitantes se constroem a partir de nossas relações mais intimas e de nossa história de vida. Influenciam QUEM SOMOS, o modo COMO FUNCIONAMOS e a maneira COMO NOS DESLOCAMOS NO MUNDO. Eu não vou conseguir, eu nunca vou conseguir fazer isso, sou limitada, sou incapaz, sou muito burro pra isso, não sou merecedor disso, nunca vou encontrar alguém que me ame e me respeite, não mereço me curar, as pessoas sempre me usam, etc. Se não ficarmos consciente essas crenças podem conduzir a nossa vida.
EXERCÍCIO VIVENCIAL: Pense quais são suas crenças limitantes, aquelas frases/palavras/imagens/sentimentos que ressoam na sua alma e que lhe sugam suas forças pra evoluir. Escreva em um papel: O que te dói emocionalmente? Respire fundo! Se preferir, coloque uma musica relaxante. Não censure suas respostas, deixe seu pensamento fluir. Esse momento é só seu, de verdades absolutas a seu respeito, seja sincero!
Após esta reflexão, escreva em outro papel o contrário (oposto) de suas crenças limitantes. Por exemplo: se você escrever como crença limitante: Não sou amada- agora escreva- sou amada.
Sempre que se refere a crenças a respeito de nós mesmos, muitas questões ficam ocultas, por isso a importância da psicoterapia. Muitas vezes permanecemos na limitação por ganhos secundários, por exemplo: se seus pais cresceram num ambiente onde tinha as crenças eram limitantes com relação ao dinheiro, toda aquisição foi muito complicada ou impossível, por que o dinheiro que entrava era sempre guardado para a comida. Os pais de seus pais sempre diziam: você ainda vai passar fome, guarde esse dinheiro!  A probabilidade de que eles passem a você essa mesma crença é muito grande, logo você tem duas opções: banca a compra do seu apartamento tão sonhado e se diferencia dessa crença cultuada a gerações (sim, você será o ‘diferente’). Ou fica alimentando essa crença, entendendo que toda aquisição será sempre muito difícil ou até impossível, ganhando o acolhimento dos iguais (família). Nesse caso, pertencer ao sistema familiar tem mais peso(é cômodo e não cria conflito).
Sabendo disso agora, quais as crenças você alimenta a seu respeito? Quais as crenças conduzem as suas ações na vida?
BOA REFLEXÃO! 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

FILTRAR...


Filtro...
Você já  parou pra pensar na função do filtro?
Filtrar a água...
Passar o café pelo filtro...
Os rins filtram o sangue...
Pra que serve o filtro?
Por que filtramos a água? Para tirar as impurezas?  O mesmo faz os rins com o sangue.
E o filtro solar?  Seleciona o tipo de raio que nossa pele absorve.
E o que fica no filtro?
As ‘sujeirinhas’ da água...
A borra do café...
O que não é mais necessário...
O filtro seleciona...Separa...
"Separa o joio do trigo."

Deixar passar só o que é importante, retirar as impurezas e ficar só com o que se precisa. Será que estamos sabendo usar nosso filtro?  Ou melhor, será que todos temos?  Acredito que ele não seja um item de fábrica. Nós acoplamos o filtro a nós a medida que nos inserimos no social.  Pois o que seria do mundo se fossemos somente ‘instinto’, falo e faço tudo o que vem a mente. Habitamos um social onde nem toda a verdade deve ser dita, até por que elas mudam a todo instante.


Nem tudo o que se pensa precisa ser dito- filtro entre o cérebro e a boca.
Nem tudo que se sente precisa ser falado- filtro entre o coração e a boca. 

Não estou fazendo apologia ao ‘engolir sapos’, de forma alguma. Só considero que ‘cuspir cobras e lagartos’ também não seja a forma ideal de expressão. Em nossa sociedade “pá-pum” “tomou-levou”, “toma lá dá cá”, as reações instintivas estão cada vez mais imediatas. Ações e reações não estão sendo pensadas. A impulsividade toma conta. E aí que encontramos um problema no filtro.  

A liberdade de expressão e o direito de resposta estão aí, uma grande conquista social moderna.  Mas será que estamos respeitando os limites dessa liberdade?  Será que não está na hora de renovar nosso filtro e rever nossos valores como: respeito ao outro e a diferença, prudência, empatia (colocar-se no lugar do outro)?

E como lidar com tanta mágoa? A palavra mal colocada, dita impulsivamente, com pressa, sem pensar pode causar danos irreparáveis a qualquer ser humano.

Eis o grande desafio da vida: aprender a filtrar. 

Saber a hora de falar e a hora de calar. E quando falar, falar da melhor forma. Identificar o que pode causar mal a nós e aos outros. Ter sensibilidade e consciência para dizer o que deve e pode ser dito.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

A IMPORTÂNCIA DOS SONHOS PARA A PSICOLOGIA


Foi no século 19 que os estudos dos sonhos se iniciaram com um caráter mais cientifico. Nessa época, Freud (médico judeu austríaco, pai da psicanálise) afirmou que os sonhos teriam algum significado e poderiam ser interpretados. Para, ele os sonhos satisfaziam nossos desejos reprimidos, socialmente inaceitáveis (principalmente sexuais) e/ou significava a necessidade de descarga de impulsos, objetivando o equilíbrio emocional.
Já Jung (psiquiatra suíço, pai da psicologia junguiana ou analítica, ex discípulo de Freud por justamente discordar de algumas idéias dele) acreditava que o sonho é ‘COISA VIVA’ é aquilo que ‘ele é’, sem disfarces. Representação espontânea do inconsciente, MANIFESTAÇÃO DA NATUREZA EMOCIONAL EM LINGUAGEM SIMBÓLICA. Jung não descartava a hipótese de que o sonho revelasse algum desejo secreto não aceito moralmente, mas que também ela poderia ter outras infinitas interpretações. Segundo ele, os sonhos podem ser feitos de verdade inelutáveis, restos diurnos, ilusões, fantasias, sentenças filosóficas, antecipações, visões telepáticas e muitas outras coisas. Dessa forma, o sonhador adquire os mais variados papeis dentro da cena do sonho, de espectador a ator. Isto quer dizer que TODAS AS PERSONAGENS DO SONHO REPRESENTAM ASPECTOS EMOCIONAIS PERSONIFICADOS DO SONHADOR (o sonho é do sonhador, e os personagens são ele, em diferentes posições psíquicas).
Descobrir os significados dos símbolos oníricos (dos sonhos) está longe de recorrer àqueles livros de definição de símbolos que encontramos nas bancas de jornal.  Jung era totalmente contra a interpretação mecânica dos sonhos, pois:
o       O símbolo geralmente tem mais de um significado
o       E o significado de cada símbolo está muito atrelado a história de vida de cada pessoa (o trem pode ter um significado positivo para uma pessoa e negativo para outra)..
 Jung tratava os sonhos como COMUNICAÇÕES CONTÍNUAS DO INCONSCIENTE, por isso é importante não sermos reducionistas nas interpretações. Sonhar com cobra nem sempre quer dizer que você será traído (como sugere os dicionários de símbolos encontrados nas bancas). A interpretação dos sonhos deve estar sempre associada à história do sujeito e as suas associações livres feitas em psicoterapia. 
Em suas experiências clínicas, Jung observou que os sonhos serviam de ferramenta para a busca do EQUILÍBRIO da psique (alma), desempenhando um papel COMPENSATÓRIO.  Para ele, o sonho seria uma reação de defesa (assim como a febre é para infecção no corpo físico)  com o objetivo regular/equilibrar as energias entre o consciente e o inconsciente.
A linguagem do sonho é complexa e jamais monótona, muita atenção quando se dispuser a interpretá-lo. Apesar de a interpretação do sonhador ser a principal, existem no sonho ricos elementos em múltiplos sentidos.  Estes elementos podem advir do seu inconsciente pessoal e também do inconsciente coletivo, inconsciente que banha todos nós no seu reino das imagens arquetípicas (imagens- primordiais e universais- comuns a todos os seres humanos, estruturas inatas incrustadas no inconsciente coletivo que servem de matriz para a expressão e desenvolvimento da psique).
Para entender melhor o INCONSCIENTE COLETIVO, anexo abaixo o MITO DO CENTÉSIMO MACACO:
 O Centésimo Macaco é o nome de um novo mito. Trata-se de história que apareceu, é repetida e serviu de tema literário apenas nos últimos vinte anos. Tem origem muito recente e, no entanto, como os mitos gregos a respeito da Guerra de Tróia, não está claro onde terminam os fatos e começam as metáforas. A história se baseia em observações científicas sobre colônias de macacos no Japão. A versão mais amplamente difundida escreveu-a por Ken Keyes Jr., que apresento a seguir em forma condensada e parafraseada.
Ao longo da costa do Japão, os cientistas estudam colônias de macacos habitantes de ilhas isoladas, há mais de trinta anos. Para poder manter o registro dos macacos, eles colocavam batatas doces na praia, para que os animas as comessem.
 Os macacos saíam das árvores para pegar as batatas e, assim, expunham-se a ser observados com total visibilidade. Um dia, uma macaca de 18 meses chamada Imo começou a lavar a sua batata no mar, antes de comê-la. Podemos imaginar que seu sabor tornava-se assim mais agradável, pois o tubérculo estava livre da areia e do cascalho e, talvez, ligeiramente salgada.
 Imo mostrou aos outros macacos de sua idade e à sua mãe como fazer aquilo; os animais jovens mostraram às próprias mães e, aos poucos, mais e mais macacos passaram a lavar as batatas em vez de comê-las com areia e tudo.
 No princípio, só os adultos que tinham imitado seus filhos aprenderam o jeito novo; gradualmente, outros também adotaram o novo procedimento. Um dia, os observadores perceberam que todos os macacos de determinada ilha lavavam suas batatas doces.
 Embora isso fosse significativo, o que foi ainda mais fascinante de registrar foi que, quando essa mudança aconteceu, o comportamento dos animais nas outras ilhas também mudou: todos eles agora lavavam suas batatas, e isso apesar do fato de que as colônias de macacos das outras ilhas não tinham tido contato direto com a primeira.
Fonte do Mito: http://www.vivenciaemcura.com.br/conteudoscomplementares/o100macaco.htm
 Leitura de apoio:
Revista  Psicanálise
Os arquétipos e o inconsciente coletivo- Jung
Fonte das Imagens:
http://boy-feelings.tumblr.com/post/6182069314/gosto-de-dormir-porque-dormir-me-faz-sonhar-e
http://ielementum.blogspot.com.br/2012/07/o-centesimo-macaco.html

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

COACHING X ZONA DE CONFORTO




Estamos quase no fim do mês de janeiro de 2013... Ainda estão bem VIVOS os pedidos, desejo, objetivos e metas que traçou para alcançar este ano? Se permitirmos, com o tempo,  apagamos (ou tornamos menos forte) o fogo de nossos desejos, pois nos acomodamos, desfocamos das prioridades e quem ainda não visitou a tal da ‘zona de conforto’ que atire a primeira pedra.
Vivemos em uma sociedade onde o comodismo e a comodidade advinda das tecnologias imperam. Lá onde tudo é automático, rotineiro e as coisas não acontecem, lá é a zona de conforto. Lá o ESFORÇO é visto com maus olhos, quase sinônimo de castigo. Enfrentar o desconhecido, a luta, o incomodo, o sofrimento, a motivação e o suor  fazem parte de outra zona: A ZONA DE APRENDIZAGEM. Quando aprendemos, suor tem gosto de sucesso. O valor que damos as coisas está atrelado ao esforço que tivemos para conquistá-las. Por isso, para ir de encontro ao seu objetivo é preciso acionar o botãozinho que existe aí, em algum lugar em você, que leva o nome de TBC segundo meu professor de Coaching Ronald Pantin (tradução: Tirar a Bunda da Cadeira).
Com certeza você tem desejos, sonhos e objetivos, certo? Sabe o caminho que deve seguir para alcançá-los? O caminho a ser seguido quase sempre parte de uma lógica: quero minha casa própria, tenho que economizar e fazer um planejamento financeiro. Mas, se é tão lógico assim, qual é a razão de haver tanta insatisfação e frustração no que se trata ao alcance do objetivo?
Você concorda que a principal razão da infelicidade ou é ausência do ‘desejar’ ou é não alcançar o que se deseja? Desenvolver liderança, emagrecer, empreender uma grande mudança na vida, um namorado (a), um carro, recolocação na carreira, evolução espiritual, o que lhe impede de alcançar o que deseja?
. Entre um ponto (A- estado em que você se encontra atualmente) e outro (B- estado desejado) há um caminho a percorrer. Caminhar exige movimento e ação. E para não se perder, o FOCO se torna ferramenta essencial. E é nessa lógica que o Coaching atua. Coaching é um processo sendo o Coach o profissional  facilitador de processos de mudanças.Coach é uma palavra inglesa de origem húngara (kocsi). Kocsi é uma cidade húngura que no século XV começou a produzir  carruagens que se tornaram cobiçadas pelo seu conforto. Levando em conta o simbolismo da palavra, Coach é o profissional que conduz o processo de Coaching (assim como a carruagem- que leva pessoas de um ponto a outro) onde a principal finalidade é auxiliar as pessoas a atingirem seus objetivos (pessoais ou profissionais) com auxílio de ferramentas específicas sempre partindo do pressuposto de que FOCO + AÇÃO= RESULTADO.
O fato é: Será que realmente você sabe o que tem que fazer para alcançar estado desejado ? E se realmente tem essa clareza, o que lhe  impede de chegar até lá (ponto B)?  Talvez a resposta para pergunta esteja na seguinte filosofia de Lao Tse (filósofo e alquimista chinês): Saber e não fazer é ainda não saber!
Há uma grande probabilidade de que o que esteja faltando seja  o FAZER, ou seja, a AÇÃO. O Coaching é conhecido com um processo de desenvolvimento pessoal (life coaching) ou profissional (executive coaching) que se embasa em ferramentas especificas onde os questionamentos, indagações, perguntas ocupam o carro chefe, pois são através delas que ‘aprendemos a aprender’, ou seja, nos tornamos conscientes de nossa força potencial e de nossos pontos a desenvolver que alimentam nossos impedimentos. Parte do pressuposto de que o foco não nos leva a lugar algum se não tivermos ação.
Sim, nesse caminho há obstáculos. A maior parte deles foi a mente humana que criou. Medo, sensação de incapacidade, de não merecer, de não conseguir são grandes obstáculos para se atingir o que se está desejando, pois estes sentimento alteram nosso FOCO, logo enfraquece nossa AÇÃO. Algumas ações simples tornam-se grandes desafios, por que alimentamos nossos monstros.  O PODER está em suas mãos. Viver no automático faz com que percamos o real objetivo de estarmos aqui. Por isso, acorde e TBC!

** Se você deseja saber mais sobre o Coaching, fique atento. Pois a CDL Cruz Alta está estruturando uma programação super legal que tem como foco principal o Coaching na Prática! Será em abril de 2013. Maiores informações: 55 3322 6184

O próximo post será continuação deste! AGUARDE!

IMAGEMS> http://lidinations.blogspot.com.br/2010/10/saia-da-zona-de-conforto.html
http://www.comediaoteca.com/2012/10/zona-de-conforto.html

domingo, 16 de setembro de 2012

AS DUAS PRIMEIRAS FASES DO DESENVOLVIMENTO INFANTIL: ORAL E ANAL




OS PRIMEIROS ANOS DE VIDA... de uma pessoa são decisivos para a constituição de sua futura personalidade. Neste período são delineadas as principais características psíquicas, a partir da relação da criança com os pais, pessoas próximas, objetos e meio ambiente. A qualidade das relações entre pais e filhos exerce uma influência determinante na formação psicológica destes. A partir dos primeiros meses de vida, os pais e responsáveis pela criação e educação das crianças devem dedicar toda a atenção ao desenvolvimento de sua auto-estima. O que se faz nos primeiros anos de vida do filho é fundamental para que ele seja uma pessoa produtiva, capaz de crescer na vida.
Mas, frente esta grande responsabilidade, NÃO existe manual de instruções. Apesar de muitos estudiosos tentarem enquadrar em fases o desenvolvimento da criança, é importante salientar que cada criança é única e tem seu ‘evoluir’ individual, singular e no seu tempo, levando em conta a PRECOCIDADE do mundo moderno. Por isso, é normal os pais se sentirem perdidos em alguma fase de vida do seu filho, por que o ‘como proceder’ não está escrito em nenhum lugar.
 EDUCAR dá trabalho, é difícil e é um processo que se dá por meio da REPETIÇÃO, por isso também é cansativo para os pais, gerando culpa e sofrimentos. O importante é não esmorecer!
A psicologia, a ciência do comportamento, é aliada no processo de evolução emocional da criança, por isso estuda o normal e o patológico em cada fase de vida. Serão apresentadas abaixo algumas características condizentes a fase que seu filho(a) está, para que possa observar como está o comportamento dele (a)  e avaliar a sua CONDUTA enquanto MÃE e PAI.


 FASE ORAL(de 0 a 2 anos)

J     O principal objeto de desejo nesta fase é o seio da mãe, que além de alimentar proporciona satisfação ao bebê.
J     Ansiedade da separação: a criança ainda está misturada com a mãe, por isso a separação se dá de forma difícil.
J     A criança leva tudo a boca: mãos, bocas, objetos numa tentativa de ‘experimentar o mundo’ inclusive pessoas.
J     É o corpo que fala.
J     Mordida: forma prazerosa de se expressar com o mundo, de se descobrir dentro dele. Acontece em situações de disputa e conflito, por não conseguir administrar seus sentimentos.
J     Pais devem incentivar a linguagem verbal _ dar nome ao sentimento.  Sempre indagar procurando não responder pela criança.


FASE ANAL (de 2 a 4 anos)

J     Controle dos esfíncteres. Controla as fezes que sai do seu interior e a utiliza como presente ou agressão aos pais. Excessiva solicitação=supervalorização das fezes; Retenção= Pedido de atenção, Evacuação= Presente para mãe ansiosa.
J     O EU desconecta do OUTRO (diferenciação).
J     O pensamento abstrato e o pensamento lógico não estão formados ainda.
J     Pensamento egocêntrico “MEU” (falta empatia).
J     A criança começa a reconhecer o OUTRO, ou seja, já reconhece os sentimentos e os comportamentos dos pais.
J     Brinca de situações reais (cozinhar, vestir roupas da mãe, imita o médico, etc), como uma forma de fazer parte do mundo dos adultos.
J     Grande imaginação criativa (monstros, heróis, extraterrestres)
J     Mordidas, tapas e puxões de cabelo, uma forma de manifestação do que ainda não consegue expressar verbalmente.
J     Ápice da curiosidade infantil (3,4 anos), dos muitos questionamentos e das pesquisas infantis (anatomia sexual, origem dos bebes, etc). Abordar franca e realisticamente, comportando-se com naturalidade frente a perguntas, sem sufocar a criança com informações desnecessárias.
J     Comportamento aprendido “Se eu...” 

CARACTERÍSTICAS COMUNS AS DUAS FASES:
J     BIRRA: Testar limites. O mau comportamento sempre tem uma função. Reação a um incômodo ou frustração. É importante ser firme. Não valorizar a crise. Só depois que passar conversar, e se necessário, usar uma medida disciplinante.
J     CASTIGO: Cadeirinha do pensamento. Bater só em última instância. 
J     LIMITES: o NÃO é estruturante.
J      Eu não quero (não-não pode) = raiva= culpa do pais =perseverar ou cede.
J     Não fique com vergonha das pessoas que assistem a crise do seu filho, permaneça com postura séria.

J     CEDER: O “deixa pra lá” ensina a desobedecer! Falta de tempo= ceder é cômodo
J     Se a birra for freqüente, muito agressiva e sem motivo identificável, busque ajuda com um profissional.